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Arquibancadas ainda estão vazias, mas o campeonato já pega fogo

Gabriel Muniz  Gabriel Muniz      sexta-feira, 26 janeiro 2018     

O Campeonato Municipal de Futebol de Campo de São João Batista 2018, tem o início marcado para o fim de março, mas já está ‘pegando fogo’ desde já. A nova regra da Fube – Fundação Batistense de Esportes – sobre vinculação mínima de dois anos entre atletas e os times gerou diversas opiniões. Dirigentes, principalmente […]

O Campeonato Municipal de Futebol de Campo de São João Batista 2018, tem o início marcado para o fim de março, mas já está ‘pegando fogo’ desde já.

A nova regra da Fube – Fundação Batistense de Esportes – sobre vinculação mínima de dois anos entre atletas e os times gerou diversas opiniões.

Dirigentes, principalmente da Série A, aplaudiram a decisão da entidade. Já alguns atletas foram veementemente contra.

O que acontece é que, há algum tempo, dirigentes dos clubes cobravam mudanças da Fundação para deixar o campeonato mais equilibrado e  barato. Houve uma sequência de desistências de clubes da Série A nos últimos anos, e o motivo alegado era quase sempre o mesmo: o custo para montar um time competitivo.

Equipes tradicionais como Krequer, Carmelo, Gambáticos, Atlético Batistense, Estiva, Francis e outros, deixaram de participar do Municipal de São João Batista nos últimos anos.

Mas o que culminou na criação da nova regra foi o anúncio da desistência do atual vice-campeão, o Tajuba Esporte Clube. Com a criação do vínculo, a equipe voltou atrás da decisão e estará no certame em 2018.

 

AS DIFERENTES OPINIÕES

 Ponto de vista dos clubes:

 – Mais segurança para montar a equipe no próximo ano.

– Obrigação do atleta de pedir a liberação.

– Com elenco garantido, abre-se a possibilidade de preparar o time imediatamente após o término do campeonato, realizando treinos e amistosos.

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Ponto de vista dos jogadores:

– Falta de liberdade pra escolher onde jogar.

– Possibilidade dos dirigentes de ‘trancarem’ a saída do atleta.

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O fato é que algo precisava ser feito, podendo partir tanto da Fube quanto dos próprios dirigentes.

Se funcionará? Essa questão só o tempo responderá.