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Municípios da região intensificam vacinação da febre amarela

Redação  Redação      quarta-feira, 5 dezembro 2018      EM: SAÚDE - SAÚDE  

Major Gercino, Nova Trento, São João Batista, Tijucas e Canelina vão intensificar a vacinação contra a febre amarela agora em dezembro. A medida faz parte de uma recomendação do Ministério da Saúde de que todos os moradores de Santa Catarina com idade entre 9 meses e 59 anos devem tomar a vacina contra a doença. Nesta etapa, as 16 cidades do […]

Major Gercino, Nova Trento, São João Batista, Tijucas e Canelina vão intensificar a vacinação contra a febre amarela agora em dezembro. A medida faz parte de uma recomendação do Ministério da Saúde de que todos os moradores de Santa Catarina com idade entre 9 meses e 59 anos devem tomar a vacina contra a doença.

Nesta etapa, as 16 cidades do Litoral Norte e Grande Florianópolis irão disponibilizar as doses em todas as salas de vacinação.

A ampliação da vacinação para todos os municípios catarinenses está sendo realizada de forma gradativa, em seis etapas, com previsão de término em fevereiro de 2019. Quem já tomou uma dose da vacina não precisa tomar outra, já que, desde abril de 2017, a recomendação do Ministério da Saúde é de dose única. A expectativa é vacinar 3,3 milhões de catarinenses até fevereiro.

Nos municípios em que a ação de ampliação estiver ocorrendo, a vacina contra a febre amarela será oferecida nas unidades de saúde. Já nas demais cidades, as doses são ofertadas nas unidades de referência, para evitar a perda de doses. Mas independentemente do calendário, quem não tomou a vacina pode procurar a sala de vacinação a qualquer momento.

Estado também contabiliza três casos de reação à vacina. Desde o início deste ano, um caso da doença foi confirmado, que foi a morte da moradora de Gaspar em janeiro. No ano passado inteiro, foram 17 casos suspeitos em SC, todos descartados. Até o momento não há circulação do vírus no Estado.

A Dive também monitora os possíveis casos em macacos, que são os primeiros a denunciarem a circulação do vírus, que atualmente é restrita ao ambiente silvestre.  Até o momento nenhuma morte de macacos foi relacionada à febre amarela.